No próximo domingo, 18/01, às 15h, o Espaço do Conhecimento UFMG convida o público para uma viagem criativa ao passado da América do Sul. A oficina “Costurando a Megafauna” propõe que as crianças deem vida a animais que habitaram o continente há milhares de anos, como o tigre-dente-de-sabre, preguiça-gigante e o mastodonte, utilizando agulha, linha e feltro. A atividade estimula uma forma singular de interação com as obras do museu, indo além da observação, convidando os pequenos visitantes também à participação ativa e à transformação de conhecimentos científicos em experiências manuais e criativas.

 

Com duração prevista de uma hora, a oficina apresenta noções básicas de costura e coordenação motora. A partir de moldes de papel, as crianças poderão traçar, montar e finalizar seus próprios animais de feltro. A atividade é destinada a crianças a partir de 7 anos, com recomendação de acompanhamento por um responsável. A sessão conta com 8 vagas, com ingressos emitidos na recepção do Espaço do Conhecimento, a partir das 13h do dia de realização da atividade, por ordem de chegada.

 

A oficina integra a programação Férias no Museu do Espaço do Conhecimento UFMG, que reúne atividades diárias voltadas ao público infantil e às famílias até 1º de fevereiro, com propostas educativas, lúdicas e criativas para o período de férias escolares.

 

Serviço: Oficina “Costurando a Megafauna”

Quando: 18/01 (domingo), às 15h – Ingressos emitidos 2h antes da atividade

Público: Todos os públicos, a partir de 7anos

Duração aproximada: 1h

Número de vagas: Até 8 participantes (acompanhados dos responsáveis)

Onde: Espaço do Conhecimento UFMG – Praça da Liberdade, 700 – Funcionários

Programação Férias no Museu: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/feriasnomuseu/ 


O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes. Sua programação diversificada inclui exposições, sessões de planetário, debates, oficinas e ações educativas diversas. O museu integra a Pró-reitoria de Cultura (Procult) da Universidade e conta com a Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade (FRMFA) e a Fundação de Apoio da UFMG (Fundep) no desenvolvimento de seus projetos. Integrante do Circuito Liberdade, é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. As ações do Espaço do Conhecimento UFMG são viabilizadas por Leis de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Cemig.

 

Sobre o Instituto Unimed-BH

O Instituto Unimed-BH completou 20 anos em 2023. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, valorizando espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$ 190 milhões por meio das leis de incentivo municipal e federal, fundos do idoso e da criança e do adolescente, com o apoio de mais de 5,6 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. Em 2023, mais de 20 mil postos de trabalho foram gerados e 2 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. 

 

Sobre a Cemig

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia.  Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação.  Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.