O NAI

Histórico do NAI
Símbolo Acessibilidade

O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão como conhecemos hoje surgiu a partir de várias iniciativas que estiveram presentes na UFMG desde os anos 90. Iniciativas, tais como: o Centro de Apoio ao Deficiente Visual (CADV), o Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre a Educação Inclusiva e Necessidades Educacionais Especiais (GEINE), o Laboratório Adaptse, o Museu de Ciências Morfológicas, o Núcleo de Libras, o Núcleo de Comunicação e Acessibilidade, o Programa Diálogos de Inclusão e o Grupo Paramec.

Foi seguindo os passos desses projetos, que em 2002, a Universidade criou uma comissão permanente focada no desenvolvimento que assegurassem aos estudantes e servidores a sua permanência na Instituição.

O trabalho dessa comissão gerou ações de grande magnitude que desencadearam em 2014 na criação de um núcleo que fosse capaz de agregar todas as iniciativas já em andamento.

Sob a direção da Professora do Departamento de Terapia Ocupacional Adriana M. Valladão Novais Van Petten, o NAI então tornou-se oficialmente o órgão de referência voltado exclusivamente para o atendimento de pessoas com deficiência dentro da UFMG.

Na época, haviam 257 alunos com deficiência matriculados em 60 cursos de graduação e 33 de pós-graduação, segundo os dados do censo interno realizado pela instituição.

Atualmente, Rosana Passos, professora da Área de Libras (Língua Brasileira de Sinais), da Faculdade de Letras, está à frente do Núcleo.

O público alvo do Nai

Alunos (ensino fundamental, médio, técnico, graduação, pós-graduação, educação de jovens e adultos) e servidores da UFMG com deficiência física, sensorial ou intelectual e necessidades educacionais especiais.

Público-alvo