Oficinas

Inscrições prorrogadas até 15 de julho!

Confira a oferta de oficinas e residências dessa edição.


  • Residência em danças urbanas

    Esta residência propõe apresentar alguns dos estilos de dança oriundos da cultura hip-hop por meio da contextualização histórica, do conhecimento técnico e da experimentação coreográfica. Contará com a participação dos professores convidados Joel Martins e Black-A.

    Professores:

    Bárbara Almeida ‒ Artista e graduanda em Dança (UFMG), atua como professora em escolas da educação básica e em projetos sociais. Em 2014, participou do Grupo Contemporâneo de Dança Livre, apresentando-se em Lisboa (Portugal). Em 2015, fundou o projeto UMA, pelo qual realizou aulas abertas e eventos voltados para a difusão da cultura hip-hop.
    Weslley Writer West BentoB-boy e escritor de graffiti desde 2009, integra o grupo Spin Force Crew. Já se apresentou em diversos eventos, como o Palco Hip Hop, no Sesc Palladium e no CCBB em 2012 e 2015, respectivamente.

    Período: 15 a 19 de julho | 17h a 20h
    Vagas: 15
    Local: Centro Cultural UFMG
    Classificação: 16 anos
    Material do aluno: roupas leves, tênis de cano baixo, toalha de rosto e garrafa de água.
    Público-alvo: interessados no tema.
    Investimento: R$ 20,00

  • Residência em artes cênicas ‒ “Reinventa – narrativas de si”

    Nesta residência, o aluno irá desenvolver a arte de ouvir e relatar histórias a partir da memória individual e social. Trata-se de narrar memórias e situações e de promover a troca de experiências, conhecimento e informações a partir de si, de sua vida, para recriá-la por meio do teatro. Para isso, algumas técnicas de interpretação, improvisação, expressão vocal e corporal serão aplicadas, aliadas a dinâmicas narrativas e de integração com o grupo, baseadas em jogos cênicos.

    Professores:
    Léo Quintão – Cofundador e integrante da Cia. Pierrot Lunar, já atuou em mais de 15 peças. Atualmente está nos espetáculos Um pouco de ar, por favor e Atrás dos olhos das meninas sérias. No cinema, atuou em filmes como Atrás dos olhos das meninas sérias, Foro íntimo, A batalha das colheres, O menino no espelho, Batismo de sangue, Ognatoque, Família, O homem da cabeça de papelão, Os filmes que não fiz, Tudo que tenho a dizer, Samba-canção, entre outros.

    Neise Neves ‒ Atriz, cantora, preparadora de elenco, gestora cultural e professora. É cofundadora da Cia. Pierrot Lunar. No teatro, atua nos espetáculos Um pouco de ar, por favor, Acontecimento em Vila Feliz e Atrás dos olhos das meninas sérias, entre outros. No cinema, atuou no longa Atrás dos olhos das meninas sérias, na série Poltrona 27 e nos longas Família, Pequenas histórias e Batismo de sangue. Também lecionou no curso de Cinema e Audiovisual do Instituto de Comunicação e Artes (UNA). É graduada em Comunicação Social e pós-graduada em Gestão de Cultura.

    Período: 15 a 19 de julho | 14h a 17h
    Vagas: 20
    Local: Centro Cultural UFMG
    Classificação: a partir de 40 anos
    Material do aluno: roupas leves e confortáveis.
    Investimento: R$ 20

     

  • Residência em literatura ‒ “Fragmentos de memória: arte e patrimônio”

    Nesta residência os alunos irão criar microcontos em torno do tema memória, arte e patrimônio, tendo como objeto os 30 anos de história do Centro Cultural da UFMG e o edifício tombado em que ele funciona. Ao final, será realizada a edição em tipografia de uma seleção dos microcontos produzidos na residência, com a participação do Coletivo 62 pontos, de pesquisa e produção gráfica.

    Professora:

    Sônia Queiroz ‒ Graduada e mestra em Letras (UFMG), onde leciona na área de Edição. No doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), desenvolveu pesquisa sobre as edições do conto oral no Brasil, com ênfase no processo de transcrição e transcriação das narrativas orais. De 2007 a 2009, desenvolveu a pesquisa “Minas afrodescendente”, em que identificou cerca de 200 contos orais publicados em livro no Brasil, em Angola e Moçambique, articulados em redes transtextuais. Como poeta, além de poemas esparsos em jornais, revistas e antologias, publicou os livros O sacro ofício, Relações cordiais e Corra água por onde correr. Como contista, publicou o livreto Madrinha.

    Período: 15 a 19 de julho | 14h a 17h
    Vagas: 10
    Local: Centro Cultural UFMG
    Classificação: 18 anos
    Material do aluno: caderno, lapiseira, borracha, caneta (ou notebook), pendrive.
    Público-alvo: contistas e poetas, com ou sem publicação, interessados na experimentação literária.
    Investimento: R$ 20,00

  • Residência em música e teatro ‒ “Som e gesto no palco”

    O objetivo da residência é desenvolver uma peça performática usando gestos e sons em condições iguais. O ritmo dos sons e das ações darão forma a uma criação coletiva e reflexiva, aproveitando o humor como ferramenta expressiva. Música e teatro serão misturados em uma única linguagem, trabalhando a teoria e a prática ao mesmo tempo.

     

    Professor:
    Damián Luis Rodríguez Kees ‒ Compositor, performer, pesquisador e professor de música. Possui master em Arte Latino-americana e especialização em Teatro Musical Contemporâneo. Suas composições foram apresentadas em vários países da Europa e da América, e seus trabalhos teóricos foram veiculados em publicações argentinas e internacionais. Atualmente é diretor do Instituto Superior de Música da Universidade Nacional do Litoral (Argentina).
    Período: 15 a 19 de julho | 14h a 17h
    Vagas: 9
    Local: Centro Cultural UFMG
    Classificação: 16 anos
    Material do aluno: roupa cômoda. Durante a oficina, serão solicitados objetos de uso cotidiano.
    Público-alvo: estudantes ou profissionais de música, teatro, dança ou circo.
    Investimento: R$ 20,00

  • Residência em artes plásticas ‒ “Memória, desenho e escrita”

    O desenho será ponto de partida para a criação de uma poética visual individual, na qual se propõe estimular e sensibilizar uma reflexão sobre os processos de afinidade e intimidade da memória das coisas. Durante os encontros, serão realizadas práticas de experimentação do desenhar enquanto escrita, além de conversas sobre questões plástico-visuais, que usam a memória como mote principal.

     

    Professor:

    Marco Túlio Resende ‒ Artista plástico formado pela Escola Guignard (UEMG) e pela School of the Art Institute of Chicago, como bolsista da Fulbright Comission. Professor mestre da Escola Guignard desde 1979, ministra palestras e workshops em universidades, instituições e festivais de arte. Participou de várias exposições individuais, coletivas, salões de arte, bienais nacionais e internacionais. Artista visitante na UFMG, UFOP, USP e na Sheffield Hallam University, na Inglaterra (British Council). Tem publicações e trabalhos de arte em acervos e coleções museológicas, instituições privadas e públicas.

    Período: 15 a 19 de julho |14h a 17h

    Vagas: 15

    Local: Centro Cultural UFMG

    Classificação: 18 anos

    Material do aluno: chaves de porta, canudinhos de refrigerante, balões, duas caixas de sapato, duas caixas de fósforos, duas caixas de remédio, latas de alumínio com 15 cm de diâmetro (ex.: leite em pó, farinha láctea).  

    Público-alvo: estudantes, educadores, artistas, profissionais da área de artes e cultura e demais interessados no tema da memória e arte.

    Investimento: R$ 20,00

  • Ateliê de montagem de exposições

    Os participantes poderão discutir os processos de curadoria e expografia de forma prática, ao acompanharem o processo de montagem da exposição Paisagens brasileiras do séc. XIX: da conservação à exposição. A mostra, que inaugura em 15 de julho, às 19h, no Centro Cultural UFMG, será composta por dez aquarelas de Friedrich Hagedorn, pertencentes à “Coleção Brasiliana”, do Acervo Artístico UFMG. Entre os tópicos discutidos estarão as ações de preservação e salvaguarda das coleções universitárias, além de um bate-papo com o professor Marco Elísio de Paiva, reconhecido pesquisador da Coleção.

     

    Professores:

    Ana Martins Panisset ‒ Professora da Escola de Ciência da Informação da UFMG e coordenadora do Acervo Artístico UFMG.

    Verona Segantini ‒ Professora de expografia do curso de Museologia da UFMG e diretora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes.

    Diná Araújo ‒ Conservadora-restauradora, bibliotecária e coordenadora do Setor de Coleções Especiais da Biblioteca Central da UFMG.

    Marco Elizio de Paiva ‒ Professor de História da Arte na UFMG e curador de exposições.

    Sérgio Arruda ‒ Produtor cultural e especialista em montagem de exposições de arte. Diretor da empresa Gestalt.

    Período: 15 de julho | 9h a 18h30

    Vagas: 10

    Local: Centro Cultural UFMG

    Classificação: livre

    Público-alvo: estudantes e profissionais de museologia, conservação-restauração, expografia, artes e afins.

    Investimento: gratuita, mediante preenchimento de formulário disponível em https://forms.gle/zMnJ5JRfp71yQJXs9.

     

  • Brincadeiras, música e cena

    Nesta oficina serão propostas brincadeiras e canções tradicionais a partir do repertório do grupo Serelepe e dos próprios participantes. Além disso, serão construídos alguns instrumentos musicais com materiais reaproveitáveis para serem utilizados em cenas musicais. Experimentações cênico-musicais serão conduzidas com os participantes, explorando modos e ferramentas de criação do grupo Serelepe.

     

    Professor:

    Serelepe EBA-UFMG ‒ Formado por Reginaldo Santos, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu, o grupo se dedica à produção artística e à música para crianças desde 2005, quando começou o programa de rádio “Serelepe – uma pitada de música infantil, na Rádio UFMG Educativa. Mais tarde, passou a se dedicar também a oficinas e intervenções musicais, tendo o brincar como fio condutor das atividades. O grupo faz parte do projeto de pesquisa, ensino e extensão Serelepe brinquedorias sonoras e cênicas, da Escola de Belas Artes (UFMG) e integra o Movimento Brasileiro da Canção Infantil e o Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha (MOCILyC).

    Período: 15 a 20 de julho | 9h30 a 12h30

    Vagas: 25

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 16 anos

    Material do aluno: chaves de porta, canudinhos de refrigerante, balões, duas caixas de sapato, duas caixas de fósforos, duas caixas de remédio, latas de alumínio com 15 cm de diâmetro (ex.: leite em pó, farinha láctea).

    Público-alvo: estudantes e professores de música, dança ou teatro.

    Investimento: R$ 20,00

  • Expografia em espaços não convencionais

    Oficina intensiva dirigida a profissionais, estudantes e acadêmicos que se dedicam a questões de curadoria, arquitetura e museologia em espaços diferentes daqueles dos museus e das galerias de exposição ditas convencionais. Será realizado um conjunto de sessões teóricas em que se apresentarão estratégias, ideias e conceitos para abordar espaços usualmente não explorados como locais expositivos – fábricas, armazéns, edifícios e museus abandonados ‒ e neles intervir. Às sessões segue-se um curto exercício prático, em que será elaborada uma leitura e intervenção imaginária num espaço concreto.

     

    Professora:

    Inês Moreira ‒ Arquiteta, curadora e investigadora em pós-doutoramento na Universidade NOVA de Lisboa. É curadora de exposições e eventos em diversos locais históricos abandonados e em locais pós-industriais em Portugal, Espanha, França e Polônia. Professora Auxiliar convidada na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde leciona Cultura Contemporânea e Curadoria de Exposições. Coedita o Jornal Arquitectos.

    Período: 17 a 20 de julho | 10h a 12h30

    Vagas: 15

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 18 anos

    Material do aluno: caderno, caneta, post-its de várias cores, caneta preta do tipo Stabilo.

    Público-alvo: museólogos, curadores, fotógrafos, estudantes, artistas e agentes culturais.

    Investimento: R$ 20,00

  • Introdução à impressão tipográfica

    A oficina introduz a tipografia e seus processos, aproveitando o conhecimento que o coletivo 62 Pontos possui e os materiais tipográficos existentes no Centro Cultural UFMG. Serão apresentados aos participantes, a linguagem e a técnica dos tipos móveis, a partir de uma abordagem contemporânea. Para isso, eles criarão uma pasta coletiva com as composições tipográficas realizadas durante a oficina.

     

    Professor:

    62 Pontos ‒ Coletivo mineiro de pesquisa e produção gráfica em técnicas analógicas que se estabeleceu em 2017, com ênfase em tipografia com tipos móveis e gravura. Os integrantes executam peças gráficas autorais, comerciais e realizam exposições.

    Período:

    Turma 1: 16 de julho | 9h a 18h

    Turma 2: 18 de julho | 9h a 18h

    Vagas: 8 por turma

    Local: Centro Cultural UFMG

    Classificação: 18 anos

    Material do aluno: recomendado ir com roupas que possam sujar, pois o contato com tintas gráficas pode manchar as vestimentas.

    Público-alvo: pessoas interessadas no trabalho com a palavra e a tipografia. Designers gráficos e alunos de Artes Visuais, Belas Artes, Gravura, Letras, Comunicação Social e afins.

    Investimento: R$ 20,00

     

  • Na linguagem dos ritmos

     

    O objetivo da oficina é ampliar o conhecimento básico dos participantes da música orgânica, facilitando a aprendizagem instrumental e proporcionando a busca de sua própria identidade musical.

     

    Professor:

    Mamour Ba ‒ Músico, percussionista, compositor, arranjador e multi-instrumentista, o senegalês Mamour Ba teve sua iniciação musical africana ao lado de artistas de renome e formação acadêmica na Escola de Arte de Dakar, Senegal.

    Período: 15 de julho | 15h a 18h

    Vagas: 30

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 16 anos

    Público-alvo: músicos, estudantes, leigos e não leigos.

    Investimento: R$ 20,00

     

  • Prática instrumental e performance de música de câmara para sopros

    Direcionada a instrumentistas de sopro, a oficina será dividida em duas partes. Na primeira, cada músico do Quinteto Villa-Lobos irá ministrar um workshop sobre os estudos e as práticas relativas a seu instrumento. Serão cinco workshops: flauta, oboé, fagote, clarineta e trompa. Na segunda parte, o quinteto irá abordar questões relativas à performance de música de câmara para quinteto de sopros, sobretudo de música brasileira.

     

    Professor:

    Quinteto Villa-Lobos ‒ Fundado em 1962, o grupo esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira, ao mesmo tempo em que amplia seu repertório com vários gêneros, conferindo competência e popularidade às suas apresentações nos mais variados espaços. Ao longo de sua história, gravou inúmeros álbuns, obtendo popularidade e reconhecimento, além de premiações e uma indicação ao Grammy. O quinteto já se apresentou em todos os estados brasileiros, além de países como Alemanha, França, Jerusalém, Portugal, México, Eslovênia, entre outros. Em 2018, foi agraciado pelo ministro das relações exteriores com a Comenda da Ordem de Rio Branco.

    Período: 18 de julho | 13h30 a 17h40

    Vagas: 70

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 14 anos

    Material do aluno: os participantes devem levar o material que desejarem apresentar, como as partes e partituras.

    Público-alvo: instrumentistas de todos os níveis.

    Investimento: R$ 20,00

     

  • Produção fulldome

    Nesta oficina, os participantes terão uma introdução sobre como produzir conteúdo audiovisual para fulldome ‒ formato de vídeo arredondado que é projetado dentro de cúpula em planetários. Serão apresentadas ao grupo as principais técnicas de produção para esse formato, em um projeto prático e coletivo com os temas memória e patrimônio.

    Professor: Núcleo de Astronomia e Audiovisual do Espaço do Conhecimento UFMG

    Período: 15 a 19 de julho | 14h a 17h

    Vagas: 10

    Local: Espaço do Conhecimento UFMG

    Classificação: livre

    Público-alvo: estudantes e profissionais interessados em produção audiovisual sobre a temática proposta.

    Investimento: gratuita. Para se inscrever, é necessário enviar e-mail com currículo para audiovisual@espacoconhecimento.ufmg.br até 11 de julho.

  • Um passeio pelo circuito de arte urbana e oficina de stencil

    Priscila Amoni, uma das idealizadoras do festival CURA – Circuito Urbano de Artes, guiará a turma pelas ruas do hipercentro de Belo Horizonte, contando um pouco dos bastidores e do conceito dos dez murais (pinturas gigantes) feitos nas fachadas dos edifícios do centro durante o festival. O passeio se encerra com uma oficina de stencil ministrada pelo artista André, conhecido como Comum.

     

    Professores:

    Priscilla Amoni ‒ Mestre em Pintura pela Universidade de Lisboa (Portugal), trabalha atualmente como pintora muralista e diretora de arte em cinema. É cocriadora e curadora do festival CURA – Circuito Urbano de Artes.

    Comum ‒ Artista plástico formado pela Escola de Belas Artes (UFMG), teve seu percurso artístico iniciado nas ruas de Belo Horizonte através da pixação, do lambe-lambe e do graffiti. Conhecido por utilizar o stencil como sua técnica principal, o artista tem produzido grandes painéis em Belo Horizonte.

    Período: 20 de julho | 9h a 11h (passeio) e 11h a 13h (oficina)

    Vagas: 15

    Local de saída: Centro Cultural UFMG

    Classificação: a partir de 16 anos

    Material do aluno: para o passeio, recomenda-se roupas leves, chapéu, óculos escuros, filtro solar, água, tênis confortáveis e máquina fotográfica. O participante poderá levar uma imagem que pretenda transformar em stencil durante a oficina.

    Público-alvo: artistas, artesãos, criadores de imagens e demais interessados na técnica do stencil.

    Investimento: R$ 15,00

  • Visita mediada ao circuito cultural Praça da Estação

    A oficina conduzirá os participantes a conhecerem detalhes importantes da história de Belo Horizonte, a partir dos monumentos arquitetônicos da Praça da Estação. Os prédios a serem visitados externamente são: Centro Cultural UFMG; CentoeQuatro; Centro de Memória da Engenharia; Monumento à Terra Mineira; Estações do CBTU, Vale – Vitória Minas, Central do Brasil, Oeste de Minas; Casa do Conde de Santa Marinha; Centro de Referência da Juventude; Serraria Souza Pinto; Edifício Chagas Dória e o Centro de Memória Ferroviária. A visita passa pelas ruas Caetés, Guaicurus e Sapucaí, pelos jardins da Praça Rui Barbosa, e pelos viadutos da Floresta e Santa Tereza.

     

    Professora:

    Alice de Mello ‒ Criadora do Projeto de Visitas Mediadas do Centro Cultural UFMG, do Circuito Cultural Praça da Estação e do DiverCidades Mineiras. É graduada em História pela UNOPAR e técnica em Guia de Turismo pelo SENAC Minas.

    Período: 18 de julho | 9h a 12h

    Vagas: 30

    Local de saída: Centro Cultural UFMG

    Classificação: a partir de 16 anos

    Material do aluno: roupa confortável, tênis ou calçado fechado confortável, lanche leve, água, protetor solar, boné ou chapéu.

    Público-alvo: interessados em conhecer a história da cidade.

    Investimento: R$ 10,00

  • Vivência de música instrumental brasileira

    Oficina voltada para instrumentistas com interesse no repertório da música instrumental brasileira. Será dividida em duas partes: na primeira, cada músico do Trio Corrente irá ministrar um workshop sobre estudos e práticas relativas a seu próprio instrumento. Serão três workshops: piano, contrabaixo e bateria. Na segunda parte, o trio irá abordar questões relativas à prática em conjunto da música instrumental brasileira, passando por questões como estilo, arranjo, ritmo e improvisação.

     

    Professor:

    Trio Corrente ‒ Grupo vencedor do Grammy e uma das formações instrumentais mais destacadas do país. Lança, neste ano, o seu sexto álbum, Tem que ser azul, registrado pelo selo italiano especializado em jazz, Abeat Records. O trio, que caminha para duas décadas de existência, é reconhecido pelo virtuosismo dos integrantes, bem como pelo entrosamento e pela empatia musical radical entre eles.

    Período: 15 de julho | 10h30 a 12h30 e 14h a 15h40

    Vagas: 70

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 15 anos

    Público-alvo: estudantes e profissionais de música.

    Investimento: R$ 20,00

  • Voco invoca Dadá no tempo da avacalhação

    Oficina intensiva organizada em torno do legado textual, sonoro e plástico-visual do movimento dadaísta, lançado internacionalmente no Cabaret Voltaire (Zurique), há 103 anos. Por meio de exercícios vocais e corporais, explanações teóricas e conversas informais, os/as participantes prepararão um conjunto de performances que serão apresentadas ao público do Festival de Inverno UFMG no mesmo dia, às 20h.

     

    Professor:

    Ricardo Aleixo – Poeta, artista visual/sonoro, performador, pesquisador das poéticas da voz e do corpo, cantor, compositor, ensaísta e editor. Já fez performances em todo o Brasil e em países como Alemanha, Argentina, Portugal, França, México, Espanha, Estados Unidos e Suíça. Mantém no bairro Campo Alegre, em Belo Horizonte, o Laboratório Interartes Ricardo Aleixo (LIRA).

    Período: 19 de julho | 9h30 a 12h30, 14h30 a 18h30 e 19h30 a 21h

    Vagas: 15

    Local: Conservatório UFMG

    Classificação: a partir de 16 anos

    Público-alvo: poetas, estudantes e profissionais das artes cênicas, artes visuais, música e afins.

    Material do aluno: roupas confortáveis para a prática de exercícios corporais e vocais.

    Investimento: R$ 20,00