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Confira o resultado final da Chamada Interna 01/2024 – Fomento à Reformulação/Conclusão de Planejamentos Estratégicos

A Rede de Museus da UFMG comunica a seus espaços integrantes o resultado final da Chamada Interna para o fomento à reformulação/conclusão de planejamentos estratégicos, por meio da concessão de bolsas APEX (Apoio à Política de Extensão da PROEX/UFMG).

Atenção: de acordo com o item 6.1. do Edital, “Caberá ao coordenador do espaço proponente a realização de processo seletivo e posterior envio dos nomes contemplados para o e-mail rededemuseus@ufmg.br, para que a coordenação da Rede de Museus efetue a implementação da(s) bolsa(s) pelo Sistema de Fomento da Extensão.”

Confira.

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Programa de bolsas de Iniciação Científica para a Rede de Museus: edital abre inscrições entre 8 e 22 de abril (16h)

A Pró-Reitoria de Pesquisa (PRPq) e a Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) tornam público que estão abertas inscrições para candidatos a ORIENTADORES(AS) do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica em Interface com a Extensão da Universidade Federal de Minas Gerais, administrado pela PRPq.

As inscrições devem ser feitas entre 8 de abril de 2024 e 22 de abril de 2024 (16h).

Edital disponível em:

https://www.ufmg.br/prpq/wp-content/uploads/2024/04/Edital-09_2024-Rede-de-Museus.docx.pdf

CRONOGRAMA

Período de solicitação: De 08/04/2024 a 22/04/2024 às 16 horas

Divulgação da lista de aprovados: A partir de 06/05/2024

Período para recurso: Até 10 dias corridos após a divulgação da lista de aprovados

Divulgação do resultado final: A partir de 17/05/2024

Período de indicação de bolsistas: De 20/05/2024 a 31/05/2024

Período de vigência: 01/06/2024 a 30/05/2025

Centro de Memória da Enfermagem recebe visitantes da Escola Estadual Jovem Protagonista em Circuito Expositivo “Tem Ciência no Museu?”

No último dia 23 de novembro, o Centro de Memória da Enfermagem abriu suas portas para receber os alunos da Escola Estadual Jovem Protagonista em um evento marcado por aprendizado e imersão no universo científico. O encontro faz parte do circuito expositivo “Tem Ciência no Museu”, uma iniciativa que visa aproximar os estudantes do conhecimento histórico e científico por meio de experiências imersivas. 

Os alunos, acompanhados por seus professores, foram recebidos calorosamente pela equipe do Centro de Memória da Enfermagem, que proporcionou uma jornada educativa repleta de informações valiosas sobre a trajetória da enfermagem ao longo dos anos e ofereceu aos visitantes uma oportunidade única de explorar o papel desempenhado pela enfermagem na história da saúde e das ciências. 

A interação com artefatos históricos e a oportunidade de dialogar com profissionais da enfermagem proporcionaram aos estudantes uma compreensão mais profunda do papel fundamental desempenhado por essa profissão na sociedade. A visita ao Centro de Memória da Enfermagem não apenas enriqueceu o conhecimento dos alunos, mas também inspirou o pensamento crítico e despertou o interesse pela ciência e história. 

Ao final do evento, os participantes expressaram sua gratidão pela experiência e destacaram a importância de iniciativas como o circuito expositivo “Tem Ciência no Museu” para a formação educacional integral dos estudantes. O sucesso da visita dos alunos da Escola Estadual Jovem Protagonista ressalta a importância do diálogo entre a educação, a ciência e a preservação da memória, reforçando a relevância dessas experiências para o enriquecimento cultural e educacional dos jovens. 

Transmissão online intitulada “Tem Museus na Ciência” destaca a importância da ciência e do ambientalismo, com participação de Apolo Heringer Lisboa

No último dia 19 de outubro, a Rede de Museus, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), promoveu uma transmissão online com a presença de Apolo Heringer Lisboa, médico sanitarista, ambientalista, escritor e professor universitário brasileiro, conhecido por sua dedicação ao Projeto Manuelzão, voltado à despoluição do Rio das Velhas.

A palestra, denominada “Tem Museus na Ciência”, partiu de uma brincadeira com o nome do projeto que propôs o evento e teve como propósito central fomentar a comunicação da ciência, destacando o papel do patrimônio universitário nas atividades de extensão. 

Durante a transmissão, que contou com interpretação simultânea em Libras, Apolo Heringer Lisboa abordou uma variedade de temas pertinentes, enfatizando a importância da educação, da formação científica e da conservação ambiental. O médico sanitarista ressaltou a necessidade premente de preservar as paisagens naturais e envolver o público em atividades que promovam a comunicação da ciência.

A discussão se estendeu à importância da transdisciplinaridade, destacando o impacto significativo do Projeto Manuelzão na promoção da consciência ambiental. Apolo compartilhou experiências e reflexões pessoais sobre a interconexão entre a mentalidade humana, a natureza e o progresso científico. A conversa salientou, ainda, a  relevância de respeitar o conhecimento ancestral, promover a sustentabilidade ambiental e cultivar uma mentalidade científica na sociedade contemporânea. 

O evento foi organizado pelos espaços da área da saúde que participam do projeto “Tem Ciência no Museu?” – Centros de Memória da Odontologia, da Medicina e da Enfermagem – e atingiu com sucesso seu objetivo de criar pontes entre o conhecimento científico e o público. Para aqueles que desejam reviver esse encontro enriquecedor, a transmissão completa está disponível no YouTube:

20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia: Escola Municipal Anne Frank (Contagem) visita o Centro de Memória da Odontologia

No dia 18 de outubro, durante a 20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNC&T), a Escola Municipal Anne Frank, situada no município de Contagem, visitou o Centro de Memória da Odontologia da UFMG com um grupo de 35 estudantes do ensino fundamental.  

 

O objetivo da visita foi inspirar os estudantes, a partir do reconhecimento de objetos utilizados na Odontologia, a valorizarem a saúde bucal. A turma foi dividida em dois grupos para a realização de um circuito pelo centro de memória. No espaço expositivo, durante a mediação, foram explorados os utensílios utilizados por dentistas, suas transformações e suas características.

 

Os visitantes, com idades entre 11 e 14 anos, participaram de uma mediação interativa que incentivou a participação por meio de perguntas e contribuições com base em seus conhecimentos individuais. 

 

Foram colocados pontos de interrogação nas legendas dos objetos, tornando-as ocultas, para que as crianças tentassem adivinhar a função do objeto antes que fossem informadas pelo mediador (gerando uma mediação mais fluida e envolvente com o público). Ao final da mediação, os estudantes fizeram uma atividade lúdica de reconhecimento de peças do acervo do espaço por meio de um jogo de cartas com suas imagens, quando puderam entender melhor o seu funcionamento e eventuais diferenças em relação às ferramentas utilizadas atualmente, como as ferramentas funcionam e quais as suas diferenças na atualidade, produzindo um olhar para a trajetória da ciência e da tecnologia. Esse momento foi o preferido pelos estudantes, ao explorarem suas habilidades de memória e competir juntos para encontrar as respostas certas.

Herbário Norte Mineiro e Programa Biotemas da Unimontes promovem diálogo sobre a Flora do Norte de Minas Gerais em duas escolas estaduais

O Herbário Norte Mineiro, em parceria com o Programa Biotemas da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), realizou atividades em estandes educativos montados em duas escolas estaduais de Montes Claros, proporcionando uma imersão única na biodiversidade do Norte de Minas Gerais. A iniciativa visou abordar a riqueza da flora local especialmente em três importantes ecossistemas da região: a Floresta Decidual, conhecida como Mata Seca, o cerrado sentido restrito e os campos rupestres.

No dia 27 de setembro de 2023, o estande intitulado “A incrível e curiosa diversidade de plantas e vegetações do Norte de Minas Gerais” foi instalado na Escola Estadual Profª Cristina Guimarães, no Bairro Augusta Mota. Mais de 100 alunos participaram, explorando amostras de frutos, maquetes representativas, solos, plantas vivas e secas, proporcionando uma visão abrangente dos três ecossistemas mencionados. O conhecimento prévio dos estudantes sobre os usos populares das espécies apresentadas foi destacado, refletindo o contato próximo da população jovem de Montes Claros com a flora nativa.

Já no dia 29 de setembro de 2023, foi a vez da Escola Estadual Monsenhor Gustavo, localizada no Bairro Santo Inácio, receber o estande, atraindo cerca de 200 alunos para a imersão na biodiversidade local. Novamente, os estudantes puderam explorar as características das vegetações do Norte de Minas Gerais, participar de um jogo de identificação de espécies medicinais e se envolver em atividades práticas.

Além das exposições, a ação incluiu a promoção de um jogo de identificação de espécies medicinais, permitindo que os estudantes simulassem o processo de identificação científica de plantas, semelhante ao realizado por botânicos no dia a dia. Outras atividades desenvolvidas envolveram as chamadas “artes botânicas”, nas quais os alunos utilizaram amostras de plantas secas para criar marca-textos e peças de resina, estimulando a criatividade e a interação com as espécies.

A iniciativa promoveu a integração entre a universidade e a educação básica, proporcionando experiências enriquecedoras que aproximam os estudantes do conhecimento científico e da biodiversidade local.

Alunos do 6º Ano da Escola Municipal Professora Alice Nacif visitam o CEMENF na UFMG para explorar a história dos cuidados de saúde

No dia 24 de setembro, o Centro de Memória da Escola de Enfermagem (CEMENF), localizado no Campus Saúde da UFMG, teve a honra de receber a visita de alunos do 6º ano da Escola Municipal Professora Alice Nacif. O objetivo da visita era proporcionar aos jovens estudantes uma oportunidade única de explorar a evolução dos cuidados de saúde ao longo da história. 

 

Os visitantes, com idades entre 11 e 14 anos, participaram de uma mediação interativa que incentivou a participação ativa por meio de perguntas e contribuições com base em seus conhecimentos individuais. 

 

Durante a visita, os alunos foram conduzidos por uma jornada pela história da Enfermagem, suas ferramentas e práticas, por meio dos objetos preservados no Centro de Memória. Além disso, tiveram a oportunidade de fazer uma breve caminhada pelas instalações da faculdade, onde se encantaram com a riqueza de informações e descobriram que esse espaço é público e pertence a todos nós. 

 

A atividade educativa surpreendeu pela alta participação e envolvimento dos alunos, demonstrando que eles têm um interesse notável pelos objetos e história da profissão de enfermagem. 

 

Expressamos nossos sinceros agradecimentos a todos os envolvidos por contribuírem para o sucesso desta tarde educativa e aguardamos ansiosamente a oportunidade de receber mais visitantes em um futuro próximo. 

Projeto “Tem Ciência no Museu?” estreia estande no Domingo no Campus

No dia 17 de setembro, a Rede de Museus participou do “Domingo no Campus”, ocorrido na Pampulha, oferecendo atividades práticas voltadas à promoção da saúde e à interação entre o público infantil e o conhecimento científico. Por meio do estande “Tem Ciência no Museu?”, Centro de Memória da Medicina (CEMEMOR), Centro de Memória da Enfermagem (CEMENF) e Herbário Norte Mineiro (MCCA), acompanhados pelo Museu da Matemática UFMG, estimularam junto às crianças o questionamento e a observação para formulação de hipóteses e busca por respostas.  Crianças de diversas idades acolheram a proposta e por vezes, participaram mais de uma vez das atividades. Pais acompanharam seus filhos de forma ativa, entrando na brincadeira!

Detetive botânico

Nesta atividade as crianças percorreram o mapa disponibilizado, respondendo a questões- desafio para descobrir, através da observação de tamanhos, padrões de folhagem e aromas a planta medicinal correspondente indicada no tabuleiro.

Colagem botânica

A partir de um mini-herbário, que  catalogava diferentes espécimes desidratadas do Norte Mineiro , as crianças selecionaram diversas plantas que lhes foram repassadas juntamente com folhas encontradas no próprio Campus Pampulha(desta forma, constataram a possibilidade de recriar a atividade em qualquer espaço, com os elementos disponíveis).Utilizando folhas de papel em branco, folhas com ilustrações, tintas, colas, tesouras e giz de cera, confeccionaram lindas colagens e marcadores de livro.

Explorando a ciência: desafio de imagens

Outra divertida atividade realizada pelo público foi um jogo de memória projetado para 2 a 4 jogadores, no qual as descrições se entrelaçam com imagens de curiosos objetos presentes no acervo do CEMENF e CEMEMOR. Desafiando as crianças com pistas e explicações, o jogo estimula a busca por compreensão das funções de objetos científicos ligados à medicina e enfermagem por meio da formulação de hipóteses e observação. Ao explorar as narrativas por trás dessas ferramentas científicas, as crianças mergulham de maneira lúdica na história da saúde, combinando aprendizado e diversão. 

Herbário Norte Mineiro realiza circuito de visitação para estudantes da cidade de Engenheiro Navarro

No dia 25 de agosto, a Escola Estadual Mamede Pacífico de Almeida, situada no município de Engenheiro Navarro, visitou o Herbário Norte Mineiro com um grupo de 40 estudantes, divididos entre o 9º ano do ensino fundamental e o 2º do ensino médio.

O objetivo da visita foi inspirar os estudantes à experimentação em botânica, no reconhecimento das espécies e na valorização das plantas nativas.

A turma foi dividida em três grupos para a realização de um circuito pelos espaços. No Herbário, foram exploradas as vegetações da região, suas características, como uma nova espécie é descoberta na natureza e como seu nome é escolhido. No Horto Medicinal, os estudantes fizeram uma atividade lúdica de reconhecimento de espécies, cujo objetivo foi demonstrar como as ferramentas científicas de identificação funcionam e como espécies parecidas à primeira vista têm muitas diferenças, produzindo um olhar para a diversidade. Esse momento foi o preferido pelos estudantes, pois no horto eles puderam explorar suas habilidades sensoriais, sugerindo inclusive novas formas de identificar espécies. No Laboratório de Botânica, os estudantes aprofundaram nas características das plantas observando curiosas e minúsculas adaptações presentes nas folhas com o uso de estereomicroscópio. As adaptações exploradas foram principalmente moradia e alimentação de insetos, para economia de água, proteção contra insetos herbívoros e produção de óleos aromáticos.