Mobilidades internacionais não gerenciadas pela DRI   

Existem diversas formas de realizar uma mobilidade acadêmica não gerenciada pela DRI, ou seja, sem que seu processo de aplicação se dê através da Diretoria de Relações Internacionais. Seguem algumas delas:

Destinado a estudantes de graduação e pós-graduação, o ELAP é um programa do governo canadense que concede bolsas para mobilidade acadêmica no país a estudantes da América Latina. Para alunos de graduação, é necessário que exista pelo menos um acordo de cooperação válido entre a universidade de destino e a UFMG. No entanto, para a pós-graduação o mesmo não se aplica. É importante ressaltar que caso a universidade solicite uma nomeação por meio de convênio de intercâmbio vigente, essa nomeação só será concedida aos estudantes alocados no Edital Unificado para essa mesma instituição e período de mobilidade. É de responsabilidade do estudante interessado buscar as informações sobre o processo seletivo de cada universidade parceira, fornecendo, dentro do período de aplicações, a documentação necessária para que a DRI consulte as instituições sobre a elegibilidade de cada aluno. Mais instruções são divulgadas durante o período de candidatura no site e redes sociais da DRI.

A cotutela de tese é uma modalidade que permite ao estudante de mestrado ou doutorado realizar sua tese sob a responsabilidade de dois orientadores, um no Brasil e outro em um país estrangeiro.

A mobilidade de alunos por meio de convênios de cotutela é uma ferramenta institucional estratégica que pretende:

  • ampliar a internacionalização dos programas de pós-graduação da UFMG;
  • induzir novas iniciativas de mobilidade internacional em outras áreas;
  • melhorar a qualidade da formação dos estudantes da pós-graduação;
  • permitir uma maior interação entre parceiros internacionais.

Recomenda-se que o estudante da UFMG interessado entre em contato com o seu orientador e expresse o interesse na cotutela, para que então seja realizado o contato com um segundo professor, em uma instituição estrangeira, disposto a orientar o estudante. Este contato pode ser  estabelecido pelo orientador brasileiro ou diretamente pelo estudante interessado. De toda forma, é necessário que o orientador brasileiro esteja a par de todo o processo e que concorde com a orientação em regime de cotutela. Para dar início ao processo na UFMG, a proposta de convênio deverá ser protocolada na Secretaria do Colegiado do Curso de Pós-Graduação ao qual o proponente está vinculado.

O Erasmus Mundus (EM) é um programa de mobilidade criado e financiado pela União Europeia (UE). As atividades do programa têm como objetivo promover a excelência da educação superior e pesquisa dos países europeus e, ao mesmo tempo, reforçar os laços acadêmicos com países de todo o mundo.

As bolsas de estudos integrais concedidas para os cursos de mestrado e doutorado pertencentes ao EM são amplamente conhecidas, no entanto, o programa também oferece oportunidades para professores e instituições de educação superior.

Durante a gestão 2014-2018 participamos dos seguintes projetos do Erasmus Mundus: Babel, BE Mundus, Mundus Lindo, Euro Brazilian Windows 2 e IBrasil.

O PrInt UFMG é um programa criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) que busca promover uma cultura de internacionalização da pós-graduação por meio de uma abordagem transversal e transdisciplinar, agrupando, em torno de quatro grandes eixos temáticos, propostas convergentes de 57 programas de Pós-Graduação de diferentes áreas do conhecimento. Os interessados em participar do Programa Capes-PrInt da UFMG devem se candidatar por meio das chamadas internas disponíveis em Editais.

Após receber a carta de aceite da universidade de destino, o estudante deve encaminhar o documento ao Setor de Mobilidade Internacional informando o caráter de sua mobilidade/programa (mobilidade livre, BRAFITEC, MARCA, etc). A DRI, então, busca a universidade de destino e, caso não haja objeções, o setor emite a “declaração de mobilidade internacional”, documento que possibilita que o estudante entre com o processo de afastamento para intercâmbio, junto ao colegiado. Vale destacar que o afastamento para intercâmbio tem um limite de 04 (quatro) semestres totais, independente do tipo de mobilidade (não gerenciada ou através de convênio), consecutivos ou não. O afastamento mantém o vínculo do estudante com a UFMG ativo e permite que, ao retornar, o colegiado avalie as disciplinas cursadas no exterior para possível integralização.Caso seja necessário alguma declaração por parte da universidade, durante processo de aplicação para mobilidades não-gerenciadas, o interessado deve enviar um e-mail para o Setor de Mobilidade Internacional explicando seu caso e, se possível, oferecendo modelo para o documento solicitado.