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Circuito Cultural UFMG exibe apresentação virtual do show Cordas Gerais, de Nath Rodrigues

A multi-instrumentista, cantora e compositora Nath Rodrigues lança na próxima quarta (29), às 19h, a apresentação virtual de Cordas gerais. O show que já foi apresentado na Argentina, Suíça, Portugal e Itália ganhou uma versão especial para o canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube, dentro da série especial do Circuito Cultural UFMG #emcasa. A performance estará disponível em www.youtube.com/culturaufmg. Nath, que também é investigadora das artes cênicas e estudante de Musicoterapia pela UFMG, irá apresentar as canções de seu trabalho autoral em formato solo. Seu primeiro álbum, Fractal, foi lançado em julho de 2019, e conta com participações de Chico César, Luísa Mitre, Vitor Santana e outros nomes da cena musical mineira. O disco foi listado entre os 100 melhores discos da música brasileira no ano de 2019 pela página “Embrulhador”. O currículo da artista inclui, ainda, a participação em coletivos que se conectam à visibilidade das mulheres na cena musical. Um deles é o Coletivo Negras Autoras, grupo de cinco mulheres que mesclam autoria entre teatro e música para (re)criar narrativas sobre a amplitude da mulher negra brasileira. Ela também faz parte do Coletivo Lugar de Mulher, que busca visibilizar mulheres na cadeia musical através de colunas produzidas para rádio e com a produção de webseries.
Circuito Cultural UFMG
O projeto Circuito Cultural UFMG é uma realização da Diretoria de Ação Cultural da UFMG e tem como objetivo potencializar a integração das ações artístico-culturais da universidade. Em função da pandemia, uma programação gratuita, diversificada e de qualidade, será exibida no ambiente digital, promovendo o intercâmbio das expressões culturais locais e regionais com a comunidade artística e acadêmica. Os vídeos foram produzidos pelos próprios artistas, em suas casas, respeitando-se as regras de distanciamento social recomendadas pelos órgãos de saúde. No dia 6 de maio, quem se apresenta pela série é a atriz, cantora, compositora, diretora teatral e poeta, Luísa Bahia.

SERVIÇO
Cordas gerais – Apresentação virtual de Nath Rodrigues
29/04, às 19h
www.youtube.com/culturaufmgNath Rodrigues - Foto Luísa Loes Nath Rodrigues - Foto Luiza Vilarroel

Exposição virtual faz passeio pelas telas da Ópera Tiradentes no Conservatório UFMG

Conjunto de obras instaladas no Conservatório UFMG ganha destaque em mostra comemorativa ao 21 de abril e aos 300 anos de Minas Gerais A Diretoria de Ação Cultural da UFMG (DAC) disponibilizou, em seu canal no YouTube (www.youtube.com/culturaufmg), uma exposição virtual que explora as 14 telas da Ópera
Tiradentes, instaladas desde 1926 na Sala de Recitais do Conservatório UFMG. A iniciativa é uma ação conjunta entre o Conservatório, o Campus Cultural UFMG em Tiradentes e o Acervo Artístico UFMG, geridos pela DAC. Os quadros foram encomendados aos pintores Antônio e Dakir Parreiras na época da inauguração do edifício, e retratam cenas inspiradas na ópera do violinista e compositor Manoel Joaquim de Macedo Júnior (1845-1925). O manuscrito da ópera, preservado na Biblioteca da Escola de Música da UFMG, contém 1192 páginas e narra a história sobre a Inconfidência Mineira, ocorrida entre os anos de 1789 a 1792. Além de permitir o acesso ao conjunto de obras durante esse período de quarentena, o vídeo traz informações sobre as cenas da trama, que acontece em quatro atos: A Aspiração, A Conspiração, A traição e Julgamento e Patíbulo. A exposição revela detalhes sobre as obras, cruzando as imagens com as histórias do libreto e da Inconfidência. O trabalho de pesquisa e elaboração da mostra foi conduzido pela coordenadora do Acervo Artístico UFMG, Ana Panisset, a coordenadora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes, Verona Segantini, o diretor do Conservatório UFMG, Fernando Rocha, e a servidora do Conservatório UFMG, Letícia Miranda. História Criado em 1925, o Conservatório Mineiro de Música (atual Conservatório UFMG) foi instalado em 1926 no prédio da avenida Afonso Pena, 1534. Neste contexto, encomendou-se ao artista Antônio Parreiras (1860/1937) uma pintura para decoração do auditório. Com a colaboração de seu filho, Dakir Parreiras (1894/1967), ele executou o conjunto de obras que conhecemos hoje: 13 telas instaladas nas paredes laterais e um painel principal, instalado no palco.
Originalmente, as telas eram fixadas à parede com a técnica de marrouflage, sendo removidas em 1965, com a reforma do prédio do Conservatório. Permaneceram guardadas e enroladas na então Prefeitura da UFMG até o final da década de 70. Sob a orientação do restaurador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Geraldo Francisco Xavier Filho, professores da Escola de Belas Artes da UFMG (EBA) iniciaram o processo de recuperação das pinturas. As obras receberam reentelamento à cera, chassi e moldura e foram novamente expostas na Escola de Música, em 1978. Esse processo de restauração repercutiu na constituição do Curso de Especialização em Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis e, posteriormente, na criação do Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Cecor/EBA), pela professora Beatriz Coelho. As obras retornaram ao Cecor 21 anos depois e o novo trabalho de restauração foi coordenado pela professora Anamaria Neves, envolvendo alunos do XIII Curso de Especialização em Conservação e Restauração da EBA. Em 2009, o conjunto foi registrado pelo projeto “Inventário do Acervo Artístico de Bens Móveis da UFMG” coordenado pelo professor Fabrício Fernandino e pela conservadora-restauradora Moema Nascimento Queiroz.
A ópera Boa parte do que se sabe sobre a Ópera Tiradentes foi levantada pela pesquisadora e professora da Escola de Música da UFMG, Patrícia Valadão. Em seus estudos, ela aponta que a composição de Manoel Joaquim de Macedo foi inspirada no libreto intitulado Tiradentes – Ópera Lyrica em Quatro Atos, do escritor e político Antônio Augusto de Lima (1859-1934). Em 1897, o poeta concluiu o libreto e doou uma cópia para o Arquivo Público Mineiro, do qual foi diretor, sendo também publicada na Revista do Arquivo.  A versão para canto e piano da ópera foi concluída por volta de 1908. Com o desejo de orquestra-lá, Macedo partiu para a Europa em 1909, onde participou da Exposição Universal de Bruxelas e de um concerto em benefício das vítimas das inundações de Paris. Porém, devido a 1ª Guerra Mundial, a falta de recursos e a saúde do musicista, a ópera não pode ser apresentada em sua totalidade e Macedo voltou para o Brasil em 1922. A última
tentativa de apresentação da obra completa ainda em vida, se deu com a proposta de financiamento do então presidente Arthur Bernardes, o que acabou não se efetivando em virtude das condições de saúde do autor.
Em 1926, a viúva de Macedo doou o manuscrito ao Estado como forma de homenagear o compositor. No mesmo ano, trechos da obra foram executados pela Sociedade de Concertos Sinfônicos de Belo Horizonte, sob a regência de Francisco Nunes. No ano seguinte, o manuscrito foi temporariamente emprestado à Rádio Inconfidência para execução em seus programas.
Posteriormente, o manuscrito foi transferido para o Conservatório Mineiro de Música e uma cópia feita na década de 1950. Mas foi apenas em 1986 que o manuscrito foi reencontrado pela então diretora da Escola de Música da UFMG, Sandra Loureiro Reis. A ópera foi montada parcialmente em 1992, para a comemoração dos 200 anos de morte de Tiradentes. Desde então, foi reapresentada em diversos eventos na UFMG.

link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=EpX_-GLWcNk
Divulgação Exposição virtual - Sala de Recitais - Conservatório. Foto Foca Lisboa

Museu Casa Padre Toledo está com agendamento aberto para visitas escolares

O Museu Casa Padre Toledo que integra o Campus Cultural UFMG, em Tiradentes, está de portas abertas para receber a visita dos alunos da sua Escola. Instalado em uma das mais belas edificações coloniais da cidade, o museu foi também a casa de um dos personagens mais emblemáticos da Inconfidência Mineira, o Padre Carlos Correia de Toledo e Melo. Com exposições de longa e curta duração, nosso espaço revive a história da Inconfidência Mineira com muita didática e dinamização, aproximando os visitantes dessa sociedade colonial e histórica.
Traga seus alunos para uma visita ao Museu realizando um agendamento prévio online, por meio do formulário de inscrição de fácil preenchimento no qual é possível escolher data e horário ideais.
link para inscrição: https://forms.gle/Gr4U4BWiGLKZQkx96
Vem pro Museu!!!

Campus Cultural UFMG em Tiradentes recebeu a primeira colônia de férias neste fim de semana

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Nos dias 1 e 2 de fevereiro, o Museu Casa Padre Toledo sediou a primeira colônia de férias realizada pelo Campus Cultural UFMG em Tiradentes em parceria com o Programa de Educação Tutorial (PET) – Educação Física e Lazer da Escola da Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO). O evento, que há  dez anos marca presença no campus Pampulha da UFMG em Belo Horizonte, chegou, após 18 edições, à cidade de Tiradentes. 

Com uma programação extensa, gratuita e diferenciada, a colônia de férias trouxe aos tiradentinos atividades como arco e flecha, mini-tênis, pintura, caça ao tesouro, oficinas recreativas e jogos diversos. “Por ser o último dia de férias, já estávamos sem opções para levar as crianças, e a colônia caiu feito uma luva. Aqui tem muitas atividades que não vemos em outros espaços recreativos, que estimulam a parte criativa e lúdica dos pequenos”, conta a arquiteta Ananda Lua Machado, que levou as filhas para aproveitar o domingo.

Segundo o professor responsável pelo projeto, Luciano Pereira Silva, a colônia de férias tem como principais objetivos, oferecer atividades de lazer diversificadas e de qualidade para toda a população e aproximar a comunidade da universidade, para que seus espaços sejam ocupados e apropriados pelo público. “A gente entende que o lazer, além de ser um direito social, é importante para a qualidade de vida e o desenvolvimento da sociabilidade. Esperamos que a comunidade possa continuar interagindo com cursos, eventos, atividades e os próprios espaços cedidos pela universidade”, conta o professor.

Com a presença de 51 inscritos no sábado e acesso livre para todos no domingo, a colônia de férias recebeu participantes de todas as idades. Uma delas foi  Geralda Aparecida Cirilo, de 70 anos. “Eu nunca tinha participado e até pensei que não poderia vir porque sou idosa, mas como meu amigo disse que não tinha limite de idade, resolvi vir e estou aproveitando muito. Ontem (sábado) até disse para os meninos que ri pelo ano inteiro; É a primeira vez que venho em eventos no Museu e pretendo voltar’’, conclui.

A monitoria das atividades é realizada pelos alunos de Educação Física da UFMG, que tem a oportunidade de exercer papéis do seu ramo profissional. Luciano conta que a cada edição são pensados cursos e estratégias de qualificação, que contribuem para o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos para que vivenciem suas práticas profissionais futuras. O aluno Gustavo Haruki, que participou como monitor da turma de adultos, conta que esta foi a primeira vez que trabalhou com uma turma assim. “A gente tem que ter um ritmo diferente de trabalho, tem que respeitar muito mais o corpo deles e saber que eles têm uma história pra contar, que talvez é mais importante que a atividade propriamente dita. Está sendo uma grande experiência pra mim. A diversão dos adultos tem um outro perfil da diversão que trazemos para os mais novos, o que é ótimo porque aprendemos a respeitar muito mais a característica de quem estamos trabalhando”, afirma. 

Com um espaço aberto e dinâmico as turmas puderam, além das atividades recreativas, visitar o Museu e conhecer um pouco mais da Inconfidência Mineira e da história tiradentina. A técnica ambiental, Fabiola Resende Rodrigues, levou o sobrinho que estava de férias na cidade. Ontem (sábado), ele veio sozinho e gostou muito, participou de várias atividades e conheceu o Museu. Hoje (domingo), como foi aberto, viemos juntos com ele. Foi muito importante ter esse momento família”,  conta, reforçando que espera voltar em edições futuras.

A colônia de férias também gerou novos admiradores da cidade e da cultura local, como conta o monitor Gustavo. “A parte turística e cultural é uma coisa que engrandece muito essa colônia. Mesmo que a gente só tenha dois dias, por ser um projeto piloto, as crianças conseguem trazer pra gente um pouco da vivência do que é Tiradentes. Eles me mostraram partes da cidade que eu não conhecia”.

 

UFMG oferece programação gratuita de férias em Tiradentes

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De 9 de janeiro a 2 de fevereiro, o Campus Cultural UFMG em Tiradentes movimenta a cidade com a sua programação especial de #FériasNoCampus. Além da programação infantil, com contação de histórias e brincadeiras tradicionais, acontecem exposições, show, encontro de bordadeiras e conversa sobre a história do Arraial de Bichinho.

As atividades são gratuitas e aberta a todos. Confira a programação:

9/01 – Uma conversa sobre a história de Bichinho
Na setecentista Igreja de Nossa Senhora da Penha de França do Bichinho acontece a apresentação da tese de doutorado “De arraial do Bichinho a Vitoriano Veloso: a confecção artesanal das narrativas identitárias de um povoado nas Minas Gerais do Brasil”. O trabalho foi desenvolvido pela doutora em Estudos Contemporâneos da Universidade de Coimbra, Vera Ermida.
Horário: 19h
Local: Igreja de Nossa Senhora da Penha de França do Bichinho

10 e 24/01 – Contação de histórias
Nas sextas-feiras, 10 e 24, sempre às 14h, os pequenos entre quatro e dez anos ouvirão muitas histórias sobre amizade, respeito ao próximo, igualdade racial e importantes figuras femininas da nossa história, como Maria Firmina dos Reis, Carolina Maria de Jesus e Rubi Bridges. Quem conduz a ‘Contação de histórias’ é a pedagoga Simone Cesar dos Santos Casemiro. Classificação: 4 a 10 anos. Presença dos pais ou responsável é obrigatória.
Horário: 14h
Local: Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes)

12, 19 e 26/01 – Oficina Brincadeiras Tradicionais
A oficina conduzida pela pedagoga Naiara Silva Farias irá resgatar a experiência de pular corda, amarelinha e desenhar, em um momento lúdico de lazer para crianças de seis a doze anos e seus familiares. Classificação: 6 a 12 anos. Presença dos pais ou responsável é obrigatória.
Horário: 10h às 12h
Local: Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes)

18/01 – Show ‘O Que Chamo de Telhado’ de duo Arcanjos – Poente Cultural UFMG
O tradicional Poente Cultural UFMG traz o show da dupla ‘Arcanjos’ para o Museu Casa Padre Toledo. O duo sanjoanense formado por Amanda Amaral e Gabriel Willian apresenta as canções de seu álbum ‘O Que Chamo De Telhado’, em um show intimista inspirado pela poesia do cotidiano.
Horário: 16h
Local: Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes)

21/01 – Encontro Bordado & Patrimônio
Uma conversa sobre a arte de bordar com a arte-educadora Simone de Almeida Prado. O Encontro abordará as experiências e técnicas de montagem dos três livros publicados pela artista – ‘Versos entre linhas pontos e cores’ (2016), ‘A gota d’água’ (2018) e ‘Caminhos poéticos bordados’ (2019) – , além de uma oficina de aquarela aplicada ao bordado. A inscrição pode ser feita presencialmente na recepção do Museu Casa Padre Toledo ou pelo formulário disponível no link: http://bit.ly/37JRM6x
Horário: 14h
Local: Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes)

1 e 2/02 – Colônia de Férias
A programação do #FériasNoCampus se encerra com uma edição especial da Colônia de Férias da UFMG. O fim de semana será repleto de oficinas, atividades esportivas, teatro e lazer para adultos, jovens e crianças a partir de 6 anos. São 80 vagas, em quatro turmas divididas por faixa etária. Os participantes receberão camisa, e terão direito a café da manhã e almoço. Classificação: a partir de 6 anos.
Horário: Sábado, das 8h às 17h, e domingo, das 8h30 às 12h
Local: espaços do Campus Cultural UFMG em Tiradentes.
Inscrições: até 15/01, presencialmente no Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes). O atendimento é de terça a sexta, das 10h às 17h; sábado, das 10h às 16h30, e domingo, das 9h às 15h.
Mais informações aqui.

Exposição Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro
A exibição é composta por 21 esculturas em cerâmica de tamanhos variados, queimadas à alta temperatura (1260º), e recobertas com esmaltes cerâmicos desenvolvidos com minério de ferro ou rejeitos coletados nas barragens. Artista: Bruno Amarante (UFMG/UFSJ).
Visitação até 26 de janeiro: terça a sexta, das 10h às 17h; aos sábados, das 10h às 16h30 e aos domingos, das 9h às 15h.
Local: Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes)

Exposição Confidências da Paisagem – Espaço e Memória
A mostra explora plasticamente as associações entre espaço e memória tendo como pano de fundo a paisagem cultural das Serras do Lenheiro e São José, na região de Tiradentes, com fragmentos de espécies vegetais trabalhados em cerâmica. Artista: Zandra Miranda (UFSJ).
Visitação até 26 de janeiro: segunda a sexta, das 11h às 17h, e sábado, das 10h às 16h.
Local: Quatro Cantos Espaço Cultural (Rua Direita, 5 – Tiradentes)

Participe da Colônia de férias do Campus Cultural UFMG em Tiradentes

O Campus Cultural UFMG em Tiradentes da UFMG recebe, até 8 de janeiro, as inscrições para a sua 1ª Colônia de Férias, organizada em parceria com o Centro Esportivo Universitário (CEU) da UFMG e o programa PET – Educação Física e Lazer, da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. As atividades serão realizadas nos dias 1 e 2 de fevereiro, no Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 158, Tiradentes).

O evento é destinado a jovens, adultos e crianças a partir dos 6 anos de idade. A programação inclui jogos, brincadeiras e atividades ao ar livre, das 8h às 17h no sábado e das 8h30 às 12h no domingo.
As vagas são limitadas e serão preenchidas de acordo com a ordem de inscrição.

Inscrições
As inscrições, gratuitas, devem ser feitas presencialmente no Museu Casa Padre Toledo, de terça a sexta das 10h às 17h, aos sábados de 10h às 16h30 e aos domingos de 9h às 15h. Os adultos interessados em participar devem levar o documento de identidade. Para os menores de 18 anos, o responsável legal deve apresentar sua identidade, a certidão de nascimento ou identidade originais.

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Inscrições abertas para seleção de estagiário(a) na área de Comunicação

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Estão abertas, de 23 de dezembro de 2019 a 5 de janeiro de 2020, as inscrições de candidatos(as) aos processos de seleção para preenchimento de 1 (uma) vaga de estágio para atuar na área de Comunicação do Campus Cultural UFMG em Tiradentes.

Podem se candidatar alunos regularmente matriculados, a partir do 4º período, no curso de Comunicação Social (graduação em Jornalismo ou Relações Públicas); OU alunos matriculados em programa de mestrado stricto sensu na área de Comunicação ou afins.

Seleção
A seleção consiste em duas etapas:
– envio, para o e-mail campustiradentes@dac.ufmg.br de toda a documentação exigida na Chamada Pública Simplificada CCT 004/2019;

– entrevista entre os dias 08/01/2020 e 10/01/2020.

Confira a chamada de seleção aqui.

Fechamento de fim de ano

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Museu Casa Padre Toledo

  • 24 e 25/12 – fechado
  • 26 e 27/12 – aberta das 10 às 17h
  • 28/12 – aberto das 10 às 16h30
  • 29/12 – aberto das 9 às 15h
  • 31/12 – aberto das 10 às 17h
  • 1/01 – fechado
Quatro Cantos Espaço Cultural
  • 24 e 25/12 – fechado
  • 26/12 – aberto das 10 às 19h
  • 27/12 – aberto das 10 às 17h
  • 28/12 – aberto das 10 às 16h
  • 31/12 e 1/01 – fechado
Biblioteca e Centro de Estudos
  • 23/12 a 1/01 – fechado
Exposição ‘Confidências da Paisagem’
  • 24 e 25/12 – fechada
  • 26 e 27/12 – aberta das 11 às 17h
  • 28/12 – aberta das 10 às 16h
  • 30/12 a 5/01 – fechada

Concerto “Música Natalícia no Brasil Colonial” na Matriz de Tiradentes, dia 11 de dezembro

O evento inaugura o projeto de pesquisa “Música no Tempo dos Inconfidentes”, com músicas tocadas durante a época colonial em Minas Gerais 

O Campus Cultural UFMG em Tiradentes em parceria com vários grupos e instituições de Tiradentes e região, levam à Matriz de Santo Antônio, às 20h30 do dia 11 (quarta) de dezembro, o concerto “Música Natalícia no Brasil Colonial”, como uma primeira ação do projeto “Música no Tempo dos Inconfidentes”, voltado a pesquisas sobre a música colonial mineira, a sua história e o envolvimento dos inconfidentes com essa arte. 
O projeto, iniciado em outubro de 2019, envolve professores, maestros e instrumentistas vinculados às orquestras tradicionais da região de Tiradentes, ao Conservatório Estadual de Música “Padre José Maria Xavier” de São João del-Rei, à Universidade Federal de São João del-Rei e à Universidade Federal de Minas Gerais. 
Na data, participam os artistas Modesto Fonseca (regência), Robson Bessa (órgão da Matriz), Camila Corrêa (solista), Adhemar Campos (flauta), Milene Sacramento (violino), Henrique Rorhmann (violino), Cleiton Ribeiro (violino), Tiago Sousa (viola) e Douglas Veloso (contrabaixo). 
O repertório natalino selecionado retrata um panorama da música tocada em Minas no período colonial, que remete à grande riqueza, variedade e ao dinamismo da cultura regional da época, apresentando obras como: Tento, Órgão solo, de António Carrera; Minueto e Eu vos adoro, de Manoel Dias de Oliveira; Fuga em ré menor, de Alessandro Scarlatti; Toccata em Sol maior, de Alessandro Scarlatti; Responsório de Natal, Hodie Nobis, de João de Deus de Castro Lobo.
O concerto, gratuito e aberto à comunidade, tem como parceiros o Conservatório Estadual de Música “Padre José Maria Xavier”, as Orquestras Lira Ceciliana (Prados), Lira Sanjoanense e Ramalho (Tiradentes), os Programas de Pós-Graduação das Escolas de Música da UFMG e UFSJ e o apoio da Prefeitura e da Paróquia de Tiradentes. 

Repertório colonial
As obras para órgão selecionadas ilustram a música executada no órgão da Matriz, em Tiradentes, e em outros órgãos de cidades mineiras. 
António Carrera foi um dos primeiros organistas portugueses que gozaram de fama em toda a península ibérica e a música de A. Scarlatti faz parte de um manuscrito presente no arquivo da biblioteca de Coimbra, e teve considerável repercussão em Minas. 
Uma carta do Mestre de Capela Caetano de Santa Rosa, em 1741, dirigida ao Bispo do Rio de Janeiro com jurisdição em Minas, D. João da Cruz, menciona textualmente a remessa das seguintes obras: Missa Brevis, de G. P. Palestrina; Benedicam Dominum, de Roland de Lassus, e Sonatas para cravo, de Alessandro Scarlatti.
As peças vocais mostram a maestria do ensino de música na província de Minas, pois Manuel Dias de Oliveira provavelmente nunca deixou a região, tendo se formado junto aos primeiros organistas da Matriz. 
A produção de João de Deus exemplifica a grande capacidade de orquestração e a aplicação da retórica na composição de uma obra. Demonstra também a profunda influência que a ópera deixou no imaginário dos mineiros, com o seu virtuosismo vocal e a sua escrita orquestral brilhante, comprovando o ditado “duas coisas o mineiro sabe bem: solfejar e latim”, conhecido em todo o Brasil do século 19. 

Modesto Fonseca
É bacharel em Regência, pela Escola de Música da UFMG. 
É professor adjunto do Departamento de Música da UFSJ desde 2010, onde leciona as disciplinas Prática de Orquestra e Canto Coral,  entre outras.  
Foi regente adjunto da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (1993-2010), regente titular da Orquestra de Câmara de Viçosa, Minas Gerais (1994-2011), e é o atual diretor-regente da Orquestra Lira Sanjoanense.

Robson Bessa
É pós-doutorando no PPGMUS-UFMG, PNPD com bolsa da Capes, e doutor em Teoria da Literatura e Literatura Comparada pela Fale-UFMG/Universitá Orientale di Napoli. É mestre em Musicologia pela Esmu-UFMG e é também especialista em Cravo pela Université de Montréal (Canadá). 
Atua como professor residente no Campus Cultural UFMG em Tiradentes, desenvolvendo atividades artísticas e pedagógicas.  
É professor de cravo e baixo contínuo na pós-graduação e na graduação da Escola de Música da UFMG, assim como professor da disciplina musica poética.

Camila Corrêa
É bacharela em Canto Erudito pela UFMG e licenciada em Música pela Faculdade Claretiano (SP). Integra o ensemble da Companhia Mineira de Ópera (uma das fundadoras) e também do grupo Música Figurata e do duo Corrêa-Coppus. 
Em Berlim, de 2010 a 2014, estudou com a soprano Cristiane Roncaglio e, de 2011 a 2013, apresentou recitais (Liederabende) com obras clássicas brasileiras, espanholas e alemãs. Entre 2013 e 2014, participou da produção “Das Phantom der Oper” em turnê musical (Alemanha, Suiça, Aústria e Itália) com a Polnischer Orchester, (World Wide Events).
Desde 2014, realiza recitais com repertório de canções eruditas e de árias de óperas e operetas, em Minas e São Paulo.

Adhemar Campos
Iniciou sua formação musical com curso prático e informal de música na Lira Ceciliana de Prados (MG), onde participou desde jovem como flautista da orquestra e saxofonista da banda de música. Atua na regência e coordenação musical da entidade, desde 1997. 
É graduado em Música (Licenciatura e Flauta transversal) pela UFSJ e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Música na mesma universidade.

Milene Sacramento
Iniciou seus estudos de violino no Conservatório “Pe. José Maria Xavier”. Em 2010, concluiu a licenciatura em Música (habilitação Violino) pela UFSJ. É pós-graduada em Educação Musical pela UCAMPROMINAS, Universidade Cândido Mendes (SP).

Henrique Rohrmann 
Iniciou seus estudos em 2004, com aulas de teoria musical e violino na Sociedade Orquestra e Banda Ramalho de Tiradentes, da qual é hoje músico integrante, e posteriormente na UFSJ.
Participou de festivais de música – Bento Gonçalves (RS, 2009) e Uberlândia (MG, 2011) e de teatro, como: Tiradentes em Cena (2014-16); Festival de Inverno de Ouro Preto (2014); Mimo Festival de Musica  (MG, 2014); 22ª Janeiro de Grandes Espetáculos em Recife (PE, 2106) e Festival de Teatro de Curitiba, entre outros. 
Participa do espetáculo teatral ”Processo de Conscerto do Desejo” desde 2015 com o ator Matheus Nachtergaele e o violonista Luã Belik fazendo apresentações em importantes teatros do Brasil.
Desde 2017, trabalha como secretário de Turismo e Cultura da prefeitura de Tiradentes.

Cleiton Ribeiro
Possui licenciatura em Música pela UFSJ e é técnico pelo Conservatório “Pe. José Maria Xavier”.
Atuou como violinista de diversas orquestras, como Orquestra Ouro Preto (MG), Orquestra Jovem Tom Jobim (SP) e Orquestra Ribeiro Bastos (MG). 
Participou de diversos festivais de música, como nas três últimas edições do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (SP).

Tiago Sousa
É bacharel em Música pela UFMG e licenciado em Música pela Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR). Iniciou seus estudos na Lira Ceciliana, com o maestro Ademar Campos. Participou de Master-Class com Toni Baker (EUA), Brant Anttena (Holanda) e João Luiz Areias (RJ), entre outros.
Em 2013, realizou curso de formação Orff com Enny Parejo (SP) e, em 2014, curso com Jos Wuytack e Graça Boal Palheiro (Associação Wuytack), em Lisboa.
Atuou, como professor: Conservatório “Pe. José Maria Xavier”(trombone e prática de conjunto); pólo do Pronatec (núcleo bandas e orquestra em São João); Banda União Musical Santa Cecília (também maestro); Fundação CSN pólo Congonhas (educação musical e instrumentos de metal).
Integra o Quinteto Bravíssimo e é produtor musical de concertos na Igreja de São João Evangelista, em Tiradentes. 

Serviço
Concerto “Música Natalícia no Brasil Colonial” | Projeto “Música no Tempo dos Inconfidentes”
Data: 11 de dezembro de 2019 
Local: Matriz de Santo Antônio (Rua Padre Toledo, 2 – Tiradentes)
Horário: 20h30
Entrada gratuita 
Mais informações: (32) 3355 1257

Mostra inédita “Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro” estreia em Tiradentes

 As obras integram a tese de doutorado do professor da UFSJ, Bruno Amarante, com defesa pública na abertura da mostra, no Museu Casa Padre Toledo

Peça da exposição "Monumentos Entrópicos", de Bruno Amarante (crédito: artista)

Peça da exposição “Monumentos Entrópicos”, de Bruno Amarante (crédito: artista)

A exposição “Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro”, de autoria do Bruno Amarante, estreia no jardim do Museu Casa Padre Toledo, no dia 06 de dezembro, com entrada franca na data.

As 21 esculturas em cerâmica, queimadas à alta temperatura, integram a tese de doutorado do ceramista, artista plástico e professor, desenvolvida junto à Escola de Belas Artes da UFMG, que tem a defesa marcada no lançamento da mostra, às 10h, aberta ao público.

A exibição é composta por 21 esculturas em cerâmica de tamanhos variados, queimadas à alta temperatura (1260º), em atmosfera redutora em forno a gás. As peças são recobertas com esmaltes cerâmicos desenvolvidos com o próprio minério de ferro ou com rejeitos coletados nas barragens.
A mostra pode ser visitada até 9 de fevereiro de 2020, nos horários de funcionamento do Museu, de terça a sexta, das 10h às 17h; aos sábados, das 10h às 16h30 e aos domingos, das 9h às 15h.

Contexto da produção artística

O modelo da indústria minerária instaurado sobre o território do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais com seus megaprojetos de extração de minério de ferro é altamente impactante ao espaço, permeando às dinâmicas sociais, econômicas, ambientais, num delicado e extenso quadro de insustentabilidade.

Não menos significativo, a atividade mineradora é causa da transfiguração da paisagem desta porção territorial que se vê transformada em descomunais crateras a céu aberto e barragens de rejeito, como marcada, física e sentimentalmente, por hediondos mares de lama.

Esse contexto minerário estabelecido e a conformação desses cenários são os objetos de pesquisa do artista e professor Bruno Amarante, e que resultaram no desenvolvimento de sua tese de doutorado, como se desdobraram nas obras apresentadas nesta exposição, ainda inédita, intitulada “Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro”.

Sobre o artista

O ceramista e artista plástico Bruno Amarante, Belo Horizonte, 1978, é professor adjunto da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), no curso Artes Aplicadas com Ênfase em Cerâmica.

É mestre em Artes Plásticas pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes (EBA) da UFMG e bacharel em Escultura, também pela EBA/UFMG. Tem experiência no ensino e prática da cerâmica, desenvolvendo pesquisas no campo técnico e artístico e participando de exposições e salões nacionais e internacionais.

É doutorando no programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG, sob orientação da Profa. Dra. Maria do Céu Diel, com a tese “Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro”. A defesa acontece em 06 de dezembro, junto à abertura da exposição, no Museu Casa Padre Toledo.

Serviço
Exposição e defesa de tese “Monumentos Entrópicos e a Paisagem Minerária do Ferro” | Bruno Amarante
Data: 06 de dezembro de 2019 a 09 de fevereiro de 2020
Local: Jardim do Museu Casa Padre Toledo (Rua Padre Toledo, 190 – Tiradentes)
Horário: defesa da tese às 10h (06/12), visitação de terça a sexta, das 10h às 17h; aos sábados, das 10h às 16h30 e aos domingos, das 9h às 15h
Entrada gratuita no dia de abertura da exposição e defesa da tese (06)
Mais informações: (32) 3355 1257

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