Conferência analisa UEaDSL, que termina nesta sexta-feira, como evento que estimula a liberdade de pensamento e a tomada de consciência

No último dia da semana de apresentação de trabalhos do UEaDSL 2018/1, a hora é de começar a avaliar o evento, a recepção do tema proposto neste semestre e o funcionamento das novas plataforma e forma de categorização dos artigos apresentados.

Os problemas da multiplicidade de ciências, dos sujeitos envolvidos em sua produção e, principalmente, de como a proposta do congresso, de ser um espaço para uma educação libertadora, foram abordados nesta edição na sua programação, que incluiu 53 trabalhos sobre as questões mais diversas, e, especial, por uma das conferências convidadas.

No texto “Congresso Nacional ‘Universidade, EaD e Software Livre’ como Contexto Educador: O Sulear de Con-sciências”, as professoras Eliane Piske e Narjara Garcia, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), abordam o evento como verbo, não como substantivo, mas como um lugar propício a “sulear consciências”, um movimento que, a partir da perspectiva do pedagogo Paulo Freire, implica a construção de práticas educativas voltadas à emancipação, à emancipação do sujeito.

O escopo do congresso é baseado na liberdade — de escrita, de pesquisa, de participação e até do software utilizado para sua promoção – e na colaboração – entre autores, docentes, público e coordenação. Os atores envolvidos constroem uma rede baseada na contribuição mútua, que cresce e se fortalece ao longo das edições, na visão das docentes gaúchas.

“O UEaDSL vem desde o ano de 2010 mobilizando atuações colaborativas ao envolver temáticas emergentes na e com a realidade da sociedade, o que comprova que o evento é um contexto educador pela e com a possibilidade de participação efetiva e afetiva de cursistas de diversas áreas do conhecimento”, argumentam as conferencistas.

O relato vai ao encontro da visão da coordenador e idealizadora do evento, Ana Matte. “Tantos anos meus nesse caminho do UEaDSL e continuo ficando surpresa ao encontrar professores tão afinados com a proposta e, inclusive, por suas participações que reforçam a ideia de que o evento é um espaço de educação libertadora. O artigo das professoras foi dedicado ao afeto, à humanização, ao respeito pelo ser humano que apreende, discute e reconstrói o conhecimento e suas implicações a cada dia nos diferentes meios universitários brasileiros”, avalia a professora da Fale/UFMG.

Lugar de todos

Sentir-se acolhido e respeitado em suas manifestações é uma das razões que explicam o fato de 92% dos trabalhos desta edição terem recebido um número crescente de comentários a cada dia do evento, e de o total de observações terem aumentado 518% entre a segunda e a quinta-feira, passando de 104 comentários no dia 24 para 643, no dia 28.

Este número, no entanto, ainda deverá aumentar nos próximos dias, já que o final de semana seguinte à apresentação de trabalhos ainda é tradicionalmente, bastante, movimentado. Vale registrar que os inscritos que desejarem obter certificado de participação também poderão aproveitar o sábado e o domingo para comentar, pelo menos, três artigos, requisito para a certificação.

Imagem: Pixabay 

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