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Programação

 

 

18 de maio

Saúde Mental no Hospital Geral: Desafios e possibilidades para o cuidado de Enfermagem

Resumo: A mesa redonda propõe discutir a interface entre saúde mental e hospital geral, com foco nos desafios contemporâneos e nas potencialidades do cuidado de Enfermagem frente às demandas de sofrimento psíquico em diferentes unidades assistenciais. Serão abordadas questões relacionadas ao manejo clínico e relacional de pessoas em crise psíquica, comorbidades entre condições clínicas e transtornos mentais, acolhimento de usuários e familiares, articulação interprofissional, humanização da assistência, segurança do paciente e estratégias para qualificação do cuidado integral. Pretende-se refletir sobre o papel da Enfermagem na identificação precoce de agravos em saúde mental, na promoção de vínculo terapêutico e na construção de práticas assistenciais éticas, resolutivas e centradas na pessoa. A proposta dialoga diretamente com os princípios da Semana de Saúde Mental da UFMG ao promover reflexão crítica, formação interdisciplinar e disseminação de práticas inovadoras voltadas ao cuidado integral em saúde mental. Ao abordar a saúde mental em um cenário de alta complexidade como o hospital geral, a atividade amplia o debate para além dos serviços especializados, evidenciando que o cuidado em saúde mental deve atravessar toda a rede assistencial. Além disso, valoriza o protagonismo da Enfermagem e contribui para a formação acadêmica de estudantes e profissionais comprometidos com a defesa do SUS, da atenção humanizada e da integralidade do cuidado. Responsáveis: Professoras Amanda Márcia dos Santos Reinaldo e Belisa Vieira da Silveira 

📌 Auditório Maria Sino - Escola de Enfermagem

Roda de conversa: A solidão na atualidade: um problema de conexão?

Resumo: Este é um convite para conversarmos informalmente sobre a solidão experimentada e produzida dentro e fora da universidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) uma em cada seis pessoas no mundo é afetada pela solidão, com impactos significativos na saúde e no bem-estar. A solidão está associada a cerca de 100 mortes a cada hora — mais de 871 mil mortes por ano. Podemos nos perguntar: De que solidão estamos falando? Num mundo excessivamente conectado, a solidão não seria um refúgio? Em meio a competição por atenção, a solidão não seria um sintoma? Qual é a solução? Uma vida solitária ou em comunidade? Será a solidão uma consequência da organização socioeconômica do mundo atual? O que podemos fazer em relação a isso?

Responsável: Marcos Matuchac - Psicólogo na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis

📌 Espaço PRAE - Rua Prof. Edmundo Lins, esquina com a Rua Fernando Melo Viana Ao lado do RU – Setorial I

19 de maio

Pensando o cuidado em saúde mental com pessoas migrantes e refugiadas

Resumo: A roda de conversa “Pensando o cuidado em saúde mental com pessoas migrantes e refugiadas”, construída a partir das vivências experienciadas no projeto “Trajetórias Vivas: escuta e migração”, propõe um espaço coletivo de reflexão, diálogo e troca de experiências sobre como se pode pensar a respeito da promoção de cuidado em saúde mental a essas pessoas. A atividade busca problematizar os desafios e possibilidades do cuidado em saúde mental junto a pessoas migrantes e refugiadas, considerando os atravessamentos do deslocamento forçado (especialmente decorrente de guerras, conflitos socioeconômicos, catástrofes ambientais e violação de direitos humanos), das rupturas de vínculos, das barreiras de acesso e das desigualdades sociais. Orientada pelos princípios da Luta Antimanicomial, a proposta compreende o cuidado em saúde mental para além da lógica institucionalizante, valorizando práticas de escuta e acolhimento, promoção da autonomia e protagonismo, reconhecimento das singularidades e fortalecimento de vínculos comunitários. Defende-se pensar a saúde mental por vias da criação de espaços vivos, inseridos no território, capazes de sustentar encontros, pertencimento e circulação de afetos. Também será debatida a importância do cuidado intersetorial, articulando saúde, assistência social, educação, trabalho e cultura, bem como a construção de redes formais e informais de apoio mútuo. Nesse sentido, destaca-se a coletividade e a territorialidade como elementos centrais na produção de cuidado, favorecendo trocas, reconhecimento mútuo e estratégias compartilhadas de enfrentamento das vulnerabilidades. A roda de conversa pretende, assim, contribuir para ampliar perspectivas éticas, políticas e práticas sobre o cuidado em saúde mental com migrantes e refugiados, reafirmando direitos e a potência das redes comunitárias. Responsáveis: Ludovica Scarpa e Vanessa Ruffatto Gregoviski

📌 FAFICH - Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

20 de maio

Primeiro Festival de Curtas-Metragens do Medcine

Resumo: Como o ritmo do mundo moderno e o preconceito moldam o sofrimento psíquico? A partir da exibição de curtas-metragens selecionados, a disciplina de Tutoria convida a comunidade acadêmica para uma roda de conversa a respeito de saúde mental. Venha debater conosco sobre a urgência de um tempo de delicadeza frente a invisibilidades e adoecimentos relacionados a desafios da sociedade contemporânea. Responsável: Isabela Granier Abreu e Professor Helian Nunes

📌 Faculdade de Medicina - UFMG

Exposição Um novo ciclo

Resumo: A exposição Um Novo Ciclo apresenta obras desenvolvidas na oficina de Artes Visuais realizada no Centro de Convivência Carlos Prates, sob mediação do artista plástico Lucas Vital Borges. O conjunto de trabalhos, realizados com técnicas de pintura e colagem sobre papel paraná, é resultado de um processo criativo pautado na escuta, no acolhimento e na expressão subjetiva de cada participante. Mais do que uma mostra de obras, esta exposição é um convite à reflexão sobre os ciclos que compõem a experiência de viver. Entendendo a vida como um fluxo contínuo de passagens e encontros, Um Novo Ciclo emerge como um espaço onde a arte torna-se ferramenta para transformar o cotidiano em criação, um lugar onde a realidade do fazer ressignifica a experiência do existir. Ao colocar em evidência as produções dos frequentadores do Centro de Convivência, a exposição propõe também a valorização de um território vivo, que pulsa cultura e afeto. O fazer artístico aqui apresentado se ancora em uma prática livre e consciente, permitindo que pensamento e emoção se entrelacem na construção de imagens que expressam, com autenticidade, os saberes e sentires de cada um. Nesse sentido, Um Novo Ciclo é mais do que uma exposição: é a afirmação de que a arte pode ser uma potente estratégia de cuidado e pertencimento. Ao transformar a sabedoria do viver em linguagem visual, os participantes revelam não apenas sua criatividade, mas também a força de um processo coletivo que reconhece na arte um caminho de expressão, escuta e reconstrução. Responsável: Lucas Vital Borges

📌 EBA - UFMG

Série Sem Comentários – “Nise: o coração da loucura” (2016)

Resumo: Na Semana de Saúde Mental e Inclusão Social da UFMG, a série SEM COMENTÁRIOS preparou uma sessão especial. Será exibido o filme "Nise: o coração da loucura" (2016) com comentários de Regina Celi Fonseca Ribeiro, professora do Departamento de Terapia Ocupacional / EEFFTO e diretora do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão - NAI / UFMG. Responsáveis: Luana Giarola Contiero, Erico de Oliveira e Regina Celi Ribeiro.

📌 Auditório 3 do ICEx (1º andar)

21 de maio

22 de maio